terça-feira, 31 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Cora Coralina
Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou. Ensinou a amar a vida e não desistir da luta, recomeçar na derrota, renunciar a palavras e pensamentos negativos. Acreditar nos valores humanos e ser otimista.
sábado, 28 de maio de 2011
Na origem
Na origem de tudo há um conflito. Um conflito muito grande, um choque, mil cisões. A desorganização de algo que estava tranqüilo e em andamento. Uma mexida considerável nas energias. Uma confusão dispersa em massa, luz e sombras. Um impacto, um susto, um não ter onde se segurar. Até as coisas se acalmarem e de alguma forma se acomodarem com mais calma, com mais tempo, com mais espaço para cada parte se situar no seu lugar e no todo. E daí vem uma sensação de paz, misturada com tristeza por tudo que se perdeu nessa imensa transformação. Adiante é contar com o que se tem no momento atual, o modo como tudo está, e contar também com as lembranças de sempre, de antes e depois do conflito. Assim é a vida.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Ausências
A ausência de pessoas amadas, em momentos importantes, gerando muita saudade, confusão e carência.
As ausências, como inexistência, às vezes apagamentos, em momentos de pensamento aéreo e desconectado do real, em lapsos de memória, em falhas do raciocínio.
A ausência como falta... Falta do concreto onde se apoiar e referenciar. Falta de uma boa e clara situação dos afetos. Falta de registros suficientes e bons para poder preencher com lembranças as faltas. Falta de um lugar onde se encontrar. Falta de iniciativa e atitude para realizar. Falta da possibilidade constante de ser e estar.
A ausência como brecha para sonhar, imaginar, inventar. Criar meios de significar as ausências e ocupar o vazio. Do tempo, do espaço, das faltas.
As ausências, como inexistência, às vezes apagamentos, em momentos de pensamento aéreo e desconectado do real, em lapsos de memória, em falhas do raciocínio.
A ausência como falta... Falta do concreto onde se apoiar e referenciar. Falta de uma boa e clara situação dos afetos. Falta de registros suficientes e bons para poder preencher com lembranças as faltas. Falta de um lugar onde se encontrar. Falta de iniciativa e atitude para realizar. Falta da possibilidade constante de ser e estar.
A ausência como brecha para sonhar, imaginar, inventar. Criar meios de significar as ausências e ocupar o vazio. Do tempo, do espaço, das faltas.
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Perdas e Ganhos
Em meio a muitas perdas ganhei uma nova vida conhecendo e respeitando minha fragilidade.
Como diz Manoel de Barros:
"desculpe a delicadeza".
Como diz Manoel de Barros:
"desculpe a delicadeza".
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